"Não me interessa nenhuma religião cujos princípios não melhoram nem tomam em consideração as condições dos animais." (Abraham Lincoln)



sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Vou...

"Vou fazer um slide show para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objectos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia!"

(... texto do Neto, director de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Despertar com Deus


"Olá, Senhor.

Como é bom ter-Te ao pé de mim;

Tu dás sentido

para tudo o que sou chamado

a ser e a fazer,

no dia que desponta.

É para Ti, Senhor,

que vai o meu primeiro olhar.

Obrigado pelo descanso da noite;

Obrigado pelo Céu

que se cobre de luz.

Dá-me um coração puro e simples

para acolher cada encontro

que - hoje - eu tiver.

Ao longo dos minutos deste dia

e em todos os caminhos da vida,

não me percas de vista, Senhor.

BOM DIA, meu Deus!" Eduardo Rêgo

Obrigada minha querida amiga!

Obrigada também por todos os momentos de alegria que me tem proporcionado!

Nunca a esquecerei, Ana!

APAGUEM AS LUZES; QUERO VER!


O título desta mensagem é intrigante.
Em princípio, parece um contra-senso que alguém peça: "apaguem as luzes; quero ver!"
No entanto, vale a pena acompanhar com atenção os argumentos do pensador que a escreveu, para entender que luzes são essas que, apagadas, podem favorecer a nossa visão.
A mensagem foi escrita por um ilustre professor, e diz o seguinte:
"A beleza da consciência não costuma se mostrar no clarão das luzes que brotam do calor dos acontecimentos. Assim como os olhos exigem alguma proteção para olhar diretamente em direcção ao sol, nossa razão pede a protecção do tempo para poder contemplar com serenidade a verdade em todo o seu esplendor.
É preciso distanciar-se dos factos, das experiências vividas, para finalmente poder-se contemplar a beleza da verdade.
O tempo é o único colírio capaz de limpar os olhos da nossa razão, com os quais realmente enxergamos.
É despir-se das ilusões, miragens que não ocorrem apenas para os perdidos nos desertos de areia.
É essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices filhas da angústia e do medo do desconhecido.
Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, à paixão pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o próximo.
Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.
Só o tempo permite àqueles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.
Nós humanos, como as flores, os pássaros e tudo que é vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.
Morremos todos, sem a beleza ou o vigor físico; de nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas são fugazes.
Se algo for eterno, será apenas a consciência que adquirimos neste viver."
Esse enorme mistério da vida e da morte é o mais tranquilo, límpido e belo espetáculo ao qual nenhum outro se compara, mas que só pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo; esse é um privilégio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.
É contraditório, mas é preciso morrer para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.
Daí, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: "neste mundo, quem mais olha menos vê, quem não morre não vê Cristo".
Acredito que, no ditado popular, a palavra cristo significa "ter consciência do processo da vida".
Se fôssemos capazes de menores ilusões e maior consciência, certamente seríamos muito mais felizes.
Teríamos maior prazer no trabalho, trataríamos o próximo com mais amor e respeito; seríamos mesmo capazes de amá-lo, não por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.
Não teríamos a maioria das nossas preocupações, dormiríamos melhor, administraríamos melhor nossas energias e não permitiríamos que tolas fantasias e angústias desnecessárias se apossassem de nosso ser.
Viveríamos em paz, teríamos mais tempo para as crianças, as flores e os pássaros.
Não necessitaríamos do consumo de drogas ou de bens supérfluos, usaríamos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas; pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a essência da vida, ver com os olhos da alma.
Pense nisso!
Apague as luzes, dilate as pupilas da alma, e veja.

Professor Oriovisto Guimarães, Reitor do Centro Universitário Positivo

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quando tomares coragem: Conta comigo!




É estranho iniciar mais um ano sem nos auto-avaliarmos
sem percebermos se os nossos “sonhos”,
aqueles que fizeram parte de todo o nosso crescer
ainda serão viáveis…



2008 foi um ano diferente!



Foi um ano de mudança…



No fundo, um ano bom,
de perdas e ganhos,
de conquistas e derrotas mas, sobretudo, de certezas!

Cada vez mais tenho a certeza de que existes! Que ÉS!
E que o teu mísero silêncio não é mais que a tua própria incapacidade
por não seres mais forte!
Ou, pelo menos, não tão forte quanto eu!

Deus deu-me a coragem de arriscar
E todos os dias me dá a certeza das minhas conquistas!

Assim, esta é a minha única forma de te dizer…
Continua!
E É estranho iniciar mais um ano sem nos auto-avaliarmos
Sem percebermos se os nossos “sonhos”,
Aqueles que fizeram parte de todo o nosso crescer
Ainda são viáveis…
2008 foi um ano diferente!
Foi um ano de mudança…
No fundo, um ano bom,
De perdas e ganhos,
De conquistas e derrotas mas, sobretudo, de certezas!

Cada vez mais tenho a certeza de que existes
E que o teu mísero silêncio não é mais que a tua própria incapacidade
Por não seres forte!
Ou, pelo menos, não tão forte quanto eu!

Deus deu-me a coragem de arriscar
E todos os dias me dá a certeza das minhas conquistas!

Assim, esta é a minha única forma de te dizer…
Continua!
E quando tomares coragem: conta comigo!




ACR

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

DEFICIÊNCIAS







'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.


'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.


'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.


'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. 'Diabético' é quem não consegue ser doce.


'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:


"A amizade é um amor que nunca morre"!

Mário Quintana